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Isaac Edington abre o jogo sobre briga entre Daniela Mercury e Tony Salles: "É impossível interceder"

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Briga entre Daniela Mercury e Tony durante Carnaval deu o que falar nas redes sociais  |   Bnews - Divulgação Franciely Gomes / BNews

Publicado em 04/03/2025, às 23h37   Franciely Gomes e Natane Ramos



Após a troca de farpas entre Tony Salles e Daniela Mercury, o presidente da Saltur, Isaac Edington, refletiu sobre as ações tomadas para apaziguar ambos os lados, em uma entrevista concedida ao BNews Folia, nesta terça-feira (4).

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"É muito difícil a gente, no calor de uma discussão como essa, no meio de dois microfones, os artistas falando, é impossível interceder nesse sentido. A gente faz o nosso papel, muitas vezes acontece, de fato, de um artista demorar mais, e a gente sempre faz esse apelo", relatou.

O presidente da Saltur comentou que esse é um problema que não atinge somente Daniela e Tony, mas como pode ocorrer em outros casos, como o do bloco Olodum, que também teve seu atraso. "Foi o mesmo problema do Olodum, um dos problemas que ocasionam isso, que é natural. A gente sempre combina com os artistas, com o bloco, para que cada um tenha o seu momento de apresentação. E o combinado é cantar duas ou três músicas, no máximo, em frente as emissoras de televisão. A gente quer que isso seja mostrado para o mundo inteiro, mas quando fica além disso, há um prejuízo no circuito, há um atraso. E, é lógico, artista que está atrás se sente prejudicado, aí quando chega na vez dele, quer fazer. Aí fica um ciclo complexo", reforçou.

Edington pediu a colaboração dos artistas para garantir um Carnaval de diversão e respeito. "Para todos terem a sua oportunidade e aí naquele momento houve um desentendimento entre os dois artistas. Eu acho que a gente deve superar isso, isso não vai mais acontecer. No calor do Carnaval é muito difícil, é lógico que para todos nós, todos nós não, que eu não estou nesse caso, as pessoas que estão brincando e curtindo Carnaval estão ouvindo aquilo, mas por trás daquilo há um sistema muito complexo de convivência entre as pessoas, um sistema de logística para que funcione. Para vocês terem uma ideia, eu tenho 150 pessoas dedicadas 24 horas, vocês sabem que esse ano foi o primeiro Carnaval da história da cidade que nós não tinhamos um local, estacionamento central, que era feito no estacionamento da Graça há 40 anos, conseguimos vencer esse desafio e reorganizar essa logística", finalizou.

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