Cidades

Colisões contra postes na Bahia deixaram mais de 630 mil pessoas sem energia em 2025, aponta Coelba

Reprodução / TV Bahia
Apesar da queda nas colisões contra postes, 634 mil baianos enfrentaram falta de energia elétrica devido a acidentes em 2025.  |   Bnews - Divulgação Reprodução / TV Bahia
Thiago Teixeira

por Thiago Teixeira

thiago.teixeira@bnews.com.br

Publicado em 20/05/2025, às 11h40



Apesar do número de colisões contra postes da rede de distribuição de energia na Bahia ter apresentado recuo de 12,5% no primeiro quadrimestre de 2025 na comparação com o mesmo período do ano passado, mais de 634 mil baianos ficaram ‘sem luz’ devido aos incidentes — uma redução de reduziu 9,4%, de acordo com um levantamento da Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba)

O balanço foi divulgado em pelo mês de maio, que marca a campanaha Maio Amarelo — movimento internacional de conscientização para a redução de acidentes de trânsito e tem como objetivo chamar a atenção da sociedade para um trânsito mais humanizado e com menos acidentes.

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A Coelba destacou que as colisões têm causado um grande transtorno ao sistema de fornecimento de energia pois, na maioria dos casos, acontecem em áreas de grande movimentação, como avenidas importantes.

Além da quebra dos postes, as colisões podem provocar o rompimento de cabos, o que prejudica ainda mais a população por causa da interrupção no fornecimento de energia. A instalação de um novo poste e da nova fiação, quando necessária, é um serviço complexo e que demanda tempo e esforço das equipes técnicas.

Vale lembrar que, em 2024, por dia, uma média de 8 pessoas foram vítimas fatais de Acidentes de Transportes Terrestres (ATT) na Bahia, um aumento de 5,1% em relação ao ano anterior. A informação está no Info Acidentes de Trânsito, infográfico que anualmente a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) divulga em apoio ao Maio Amarelo, campanha de conscientização contra a violência no trânsito.

Os dados levantados pela SEI mostram que, de 2000 a 2024, na Bahia, foram 50 mil vítimas de ATT. Nos últimos anos, a trajetória apresentou um movimento ascendente, com o ano de 2024 apresentando a maior taxa de vitimização observada em toda série histórica: 20,2 vítimas fatais a cada 100 mil baianos.  

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