Cidades
por Mariana Cedrim
Publicado em 22/08/2026, às 21h25
A diretora de uma escola municipal de Minas Gerais foi afastada do cargo após ser acusada de obrigar um aluno de 10 anos a beber sua própria urina como forma de castigo. Além disso, na sala da direção, a diretora teria se exaltado, xingado o aluno e batido na mesa.
De acordo com o relatório elaborado pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), o caso começou depois que o menino urinou em uma garrafa dentro da escola e ofereceu a urina a uma colega. O documento também aponta que Conselho Tutelar foi acionado mas a diretora se restriniu a relatar apenas . o comportamento do aluno na escola, omitindo a parte da urina.
A Secretaria Municipal de Educação tomou conhecimento do caso, que ocorreu no dia 13 de agosto, através de uma denúncia anônima. A partir de então, órgãos que integram a rede de proteção foram acionados e o caso passou a ser acompanhado e já está sendo investigado pela Polícia Civil (PC) do estado.
A Prefeitura de Caxambu emitiu uma nota informando que, assim que tomou conhecimento dos fatos ocorridos na Escola Municipal Padre Correia de Almeida, adotou as providências necessárias para resguardar todos os envolvidos. Além disso, afastou os profissionais e instaurou um processo administrativo para analisar e apurar os fatos.
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