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Lotação nas UPAs dispara em cidade turística da Bahia; prefeitura se posiciona

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A UPA Baianão é a mais afetada com o surto de gripe no município  |   Bnews - Divulgação Reprodução Redes Sociais
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 30/05/2025, às 09h36 - Atualizado às 10h32



Vídeos que circulam nas redes sociais mostram a grande procura por atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de Porto Seguro (BA), devido ao aumento dos casos de síndromes gripais respiratórias nos últimos dias. Em contato com o BNEWS, a prefeitura confirmou o crescimento da demanda.

A UPA Baianão é a unidade que registra a maior procura no município, segundo a gestão municipal. “Esse aumento de demanda ocorre, especialmente, por conta de uma reforma no Hospital Luiz Eduardo Magalhães, que é de responsabilidade do governo do Estado, e isso tem provocado superlotação nas UPAs”, informou a prefeitura.

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Ainda de acordo com o comunicado, está em andamento um processo seletivo simplificado para a contratação de mais profissionais, incluindo médicos, técnicos de enfermagem, recepcionistas e equipe de apoio, para reforçar as unidades e tentar conter a lotação.

A prefeitura também destaca que, nesta época do ano, já é comum o aumento na circulação de vírus respiratórios, devido à chegada do inverno — o que é confirmado por especialistas. Por isso, reforça-se a importância da vacinação contra a gripe, preferencialmente antes do início do outono e do inverno.

Vacinação contra gripe na Bahia 

A campanha tem como público-alvo mais de 3,6 milhões de pessoas, incluindo crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos com mais de 60 anos. Também fazem parte dos grupos prioritários puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores, profissionais das forças de segurança e salvamento, forças armadas, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, trabalhadores portuários, trabalhadores dos Correios, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além de adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, independentemente da idade.

Classificação Indicativa: Livre

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