Coronavírus

Estudo diz que subvariante da Ômicron é mais infecciosa que "original"

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Em todo o mundo, a subvariante BA.1 "original" é responsável por mais de 98% dos casos de Ômicron  |   Bnews - Divulgação LMMV/IOC/Fiocruz

Publicado em 31/01/2022, às 19h21   Redação BNews


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Um estudo feito na Dinamarca mostrou que a subvariante BA.2 da Ômicron, é mais transmissível do que a mais comum, BA.1, e mais capaz de infectar pessoas vacinadas. Segundo o levantamento, as pessoas infectadas com a subvariante BA.2 tinham aproximadamente 33% mais chances de ser transmitida a outras pessoas, em comparação com as infectadas com BA.1.

De acordo com informações da Reuters, em todo o mundo, a subvariante BA.1 "original" é responsável por mais de 98% dos casos de Ômicron, mas sua prima próxima BA.2 rapidamente se tornou a cepa dominante na Dinamarca, destronando BA.1 na segunda semana de janeiro.

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"Concluímos que a Ômicron BA.2 é substancialmente mais transmissível do que BA.1, e que também tem propriedades imunoevasivas que reduzem ainda mais o efeito protetor da vacinação", ressaltaram os autores do estudo.

A pesquisa foi conduzida por especialistas do Statens Serum Institut (SSI), da Universidade de Copenhague, da Estatísticas da Dinamarca e da Universidade Técnica da Dinamarca.

“Se você foi exposto à Ômicron BA.2, tem 39% de probabilidade de ser infectado em sete dias. Se tivesse sido exposto à BA.1, a probabilidade era de 29%", disse à Reuters o autor do estudo, Frederik Plesner.

Segundo o estudo, isso sugere que a BA.2 é cerca de 33% mais infecciosa do que a BA.1, acrescentou. Países como Estados Unidos, Reino Unido, Suécia e Noruega também já registraram casos de BA.2.

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