Justiça

Caso Henry Borel: Julgamento de envolvidos na morte da criança continua neste sábado

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O julgamento chega ao sexto dia com depoimento de Leniel Borel, pai de Henry  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Cibele Gentil

por Cibele Gentil

Publicado em 30/05/2026, às 10h23



Chega ao sexto dia o julgamento de Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, e de Monique Medeiros da Costa e Silva, neste sábado (30). Os dois são julgados pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), acusados da morte do menino Henry Borel. O crime aconteceu em março de 2021, quando a criança tinha 4 anos.

De acordo com a programação do julgamento, o pai de Henry, Leniel Borel, deverá continuar a prestar seu depoimento, que começou nesta sexta-feira (29). Até o momento, do total das 27 pessoas que foram convocadas, dez testemunhas já foram ouvidas.

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Quando encerrar a fase de depoimentos das testemunhas, serão realizados os interrogatórios dos acusados, Jairinho e Monique. Na sequência, acusação e defesa apresentarão os debates finais antes da decisão pelo Conselho de Sentença.

Conheça a lista das testemunhas:

Edson Henrique Damasceno: delegado responsável pela investigação sobre a morte de Henry;

Ana Carolina Lemos Medeiros de Caldas: delegada responsável pela investigação sobre a morte de Henry;

Rafael Bernardon Ribeiro: psiquiatra;

Maria Cristina de Souza Azevedo: médica que atendeu a criança;

Kaylane de Oliveira Duarte Pereira: filha de ex-namorada de Jairinho;

Natasha de Oliveira Machado: ex-namorada de Jairinho;

Débora Mello Saraiva: ex-namorada de Jairinho;

Leila Rosângela de Souza Mattos: ex-funcionária de Jairinho e Monique;

Tereza Cristina dos Santos: cabeleireira que atendeu Monique semanas antes da morte da criança;

Paloma dos Santos Meireles: manicure de Monique.

Sobre o caso

De acordo com as investigações, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, que na época era padrasto de Henry, foi quem causou as lesões que levaram à morte do menino. Segundo o Ministério Público, a mãe, Monique Medeiros, foi omissa diante das agressões, contribuindo para o crime.

Jairinho responde por homicídio qualificado, tortura e coação no curso do processo, enquanto Monique é ré por homicídio por omissão, qualificado por motivo torpe.

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