Justiça

Desembargador tem salário mantido após afastamento por falas misóginas

Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Afastamento do desembargador aconteceu nesta quarta-feira (17)  |   Bnews - Divulgação Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Publicado em 19/07/2024, às 06h46   Pedro Moraes



As falas misóginas do desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), Luis Cesar de Paula Espíndola, custou caro para ele. No entanto, nem tanto. Mesmo afastado do cargo, o indivíduo continuará com o recebimento do salário de R$ 30.471,10.

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Foi o corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luis Felipe Salomão, quem determinou o afastamento do magistrado nesta quarta-feira (17). No decorrer da sessão de julgamento sobre assédio sexual confessado por uma menina de 12 anos, Espíndola comentou que, atualmente, “as mulheres estão loucas atrás dos homens”

A fala dele viralizou nas redes sociais, a qual recebeu uma série de críticas. O afastamento provisório do desembargador corresponde a um pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Paraná. A decisão envolve o período até a ação disciplinar ser julgada pelo plenário do CNJ, a partir do dia 1º de agosto, devido ao recesso.

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