Justiça
Publicado em 20/06/2024, às 18h42 Victória Valentina
O Pleno do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decidiu adiar, na quarta-feira (19), a análise da sindicância aberta pela Corregedoria-Geral de Justiça que recomendava a instauração de um processo administrativo disciplinar (PAD) contra o juiz Leonardo Santos Vieira Coelho, titular da 1ª Vara Cível de Teixeira de Freitas. Ele é acusado de conduta irregular ao criar um grupo de WhatsApp com mais de 300 advogados da região e divulgar documentos processuais.
O magistrado também é acusado de ter ofendido uma advogada em seu despacho, sugerindo que a profissional teria dificuldades de compreensão e apresentava falta de entendimento da realidade.
A defesa do juiz solicitou arquivamento da sindicância, alegando que a inteção do magistrado em criar um grupo no WhatsApp era para facilitar a comunicação com os advogados durante a pandemia de Covid-19.
Os advogados de Leonardo Santos Vieira Coelho alegaram ainda que o grupo era exclusivo para os profissionais que atuavam na comarca, além de dizer que a iniciativa dele foi reconhecida e elogiada pela imprensa local.
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