Justiça
Publicado em 31/10/2024, às 22h03 Gabriela Araújo
O pedido de prisão preventiva feito pela defesa da influenciadora Cíntia Chagas, contra o ex-marido, o deputado estadual Lucas Bove (PL), foi negado pela Justiça de São Paulo, nesta quinta-feira (31).
Cíntia acusa o político de agressões físicas e psicológicas durante o relacionamento de cerca de dois anos que os dois tiveram. Em agosto, eles anunciaram o fim do casamento de apenas três meses. Um mês depois, ela solicitou uma medida protetiva contra o parlamentar.
Bove recebeu uma advertência da juíza Danielle Galhano Pereira da Silva por desrespeitar medidas cautelares. Na decisão, a magistrada disse que, em caso de novo descumprimento, a prisão preventiva pode ser decretada.
Por determinação da juíza, Bove não deve fazer menções diretas ou indiretas sobre a existência e conteúdo do processo. Além disso, ele também não pode marcar a ex-esposa e os familiares dela em redes sociais ou em outros meios de comunicação. Bove chegou a pedir para que a medida protetiva fosse revogada, mas a Justiça negou. A defesa dele disse que vai recorrer da decisão.
Leia a íntegra da nota emitida pelos advogados do deputado:
“Por seu total descabimento, como alertado pela defesa do Deputado, a juíza indeferiu o pedido de prisão preventiva e diversos pedidos apócrifos formulados pela pseudovítima. Ademais, indeferiu o pedido de revogação das medidas cautelares, por entender que as investigações estão em curso e em relação ao nosso pedido para que sejam impostas a ela medidas similares, não as indeferiu, aduzindo que precisa ser apreciado pela justiça ordinária comum, não da mulher, o que se postulará imediatamente. O descumprimento das medidas cautelares adotadas pela Justiça sobre Lucas Bove referem-se a postagens, posicionamentos na Internet e na tribuna da Assembleia Legislativa. Nada a ver com posturas diretas contra Cintia Chagas”.
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