Justiça
Publicado em 14/08/2024, às 00h38 Redação
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, está investigando uma possível relação entre pessoas próximas da direção do Corinthians com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Promotores ouvidos pela CNN apontaram que o objetivo mais provável da facção seja lavar dinheiro do tráfico de drogas em negócios lícitos. De acordo com informações recebidas por pessoas de dentro do clube, a ligação com o PCC é feita por indivíduos ligados à gestão do atual presidente, Augusto Melo, e de outros nomes da cúpula do Corinthians.
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No entanto, até o momento, não há provas de que existe uma conexão direta do presidente com o crime organizado. Um dos responsáveis por denunciar a infiltração da organização criminosa foi o ex-diretor de futebol, Rubens Gomes, o Rubão. Se confirmada, além do Carnaval, algumas das portas de entrada do PCC no Corinthians podem ter sido as casas de apostas, torcidas organizadas ou seguranças que trabalham no clube.
O jornalista Wagner Vilaron, ex-Superintendente de Comunicação do Corinthians, que fez parte do início da gestão de Melo no clube, será ouvido pelo Ministério Público e pela Polícia Civil ainda nesta semana.
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