Justiça
Uma mulher relatou ao programa Metendo a Colher, do Universa Uol, que a juíza obrigou que a vítima encontrasse o ex-agressor em processo de guarda, desrespeitando a medida protetiva e minimizando a situação.
Ela (a juíza) disse para eu crescer, voltar a falar com ele e parar de 'mimimi', mesmo tendo medida protetiva", contou a mulher ao UOL.
A primeira atitude recomendada nesses casos é registrar uma reclamação formal no CNJ (Conselho Nacional de Justiça). No caso citado, a juíza estaria desrespeitando os protocolos do órgão, que, desde 2022, orientam que os julgamentos em todos os tribunais do país devem evitar discriminação e preconceito de gênero.
Também é obrigatório agora no Brasil que as Varas de Família olhem as denúncias criminais contra esses homens, esses pais, esses agressores", acrescenta Cris
Em depoimento, ela afirmou que registrou uma reclamação no CNJ, mas ainda não teve retorno.
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