Justiça
Publicado em 26/12/2024, às 11h00 - Atualizado às 11h01 Yuri Pastori
O coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo (PM-SP), Luiz Flaviano Furtado, acusado de envolvimento com quadrilha que operava cassinos clandestinos na capital paulista, teve sua aposentadoria de R$ 36,1 mil e a patente mantidas pela corporação.
Segundo o portal Metrópoles, o militar atuou como chefe de gabinete da Secretaria de Justiça entre 2015 e 2016, no governo de Geraldo Alckmin, foi preso duas vezes em 2018, em uma operação de repressão a jogos de azar do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e da Corregedoria da PM.
A decisão foi assinada pelo coronel Cássio de Freitas, que reconheceu a transgressão disciplinar, mas não aplicou pena de expulsão. O resultado é considerado uma vitória da defesa. O Conselho de Justificação do Tribunal de Justiça Militar (TJMSP), já havia julgado “parcialmente procedente” a representação contra o oficial, portanto a decisão segue o parecer do Conselho.
Em uma das operações em que foi preso, foram destruídas 1.054 máquinas caça-níqueis e outras 15 apreendidas. O valor médio de cada máquina é de R$ 25 mil, totalizando um prejuízo de cerca de R$ 20 milhões para a quadrilha.
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