Justiça
Susane Paula Muratoni Geremia, uma das mulheres que moram há meses no Mc Donald's do Leblon, no Rio de Janeiro, passou mal quando foi encaminhada para a carceragem da 14ª Delegacia de Polícia (Leblon) e precisou de transferência.
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A mulher foi conduzida à delegacia nesta sexta-feira (30), acusada de injúria racial juntamente com a filha, Bruna Muratori Geremia, que também mora no restaurante. Bruna, porém, foi ouvida e liberada.
No momento em que os policiais a levaram para a cela onde ficaria presa, Susane alegou que estava se sentindo mal. Ela disse que o lugar era fechado, abafado, e que estava passando por uma crise de "claustrofobia".
Diante das reclamações, os agentes a encaminharam para uma cela na Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), ao lado da 14ª DP. A janela no espaço teria diminuído a aflição de Susane. Agora, ela aguarda para ser transferida para Benfica.
Segundo testemunhas, uma mulher acompanhada da filha adolescente entrou no estabelecimento para comprar um lanche e tirou fotos de Susane e Bruna, que são gaúchas e estão vivendo lá desde abril de 2024. As duas teriam se irritado com a situação e proferido ofensas de cunho racista contra as duas clientes, que chamaram a polícia.
O segurança presente informou que uma equipe de policiais foi acionada e "todos os envolvidos foram conduzidos para a delegacia". Após a chegada dos agentes, mãe e filha foram encaminhadas para a delegacia.
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