Justiça

Presidente da Amatra5 mostra otimismo com aprovação de baiana para vaga no TST

Claudia Cardozo / BNEWS
Desembargadora Margareth Rodrigues Costa foi indicado ao cargo pelo presidente Lula  |   Bnews - Divulgação Claudia Cardozo / BNEWS


O presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 5ª Região (Amatra 5), Leonardo Jorge, mostrou otimismo com a aprovação da desembargadora Margareth Rodrigues Costa, do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA) na sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira (29).

A sabatina é uma das etapas para que a magistrada seja nomeada para a vaga no Tribunal Superior Eleitoral (TST), indicada para o cargo pelo presidente Lula (PT). Para o presidente da Amatra5, a desembargadora atende a todos os requisitos para ocupar o cargo.

“A desembargadora é juíza há mais de 36 anos, desde 1990 ela atua como magistrada no Tribunal Regional da 5ª região, foi promovida a desembargadora, atuou como diretora da nossa região, sempre desempenhando um papel importantíssimo para o fortalecimento da Justiça do trabalho na Bahia e também no Brasil”, destacou Jorge que acompanhou a sabatina de perto.

 O presidente da Anamatra5 também ressaltou que a indicação engrandece a magistratura baiana e mostra que o estado tem juristas de qualidade que podem exercer postos importantes em qualquer órgão da Justiça brasileira.

“Hoje a Bahia já conta com dois ministros no TST, que é o ministro Cláudio Brandão e o ministro Alberto Balazeiro e agora, com fé em Deus, vamos contar com mais uma ministra engrandecendo a bancada baiana no TST.  A tradição jurídica da Bahia é uma tradição muito importante, nós temos renomados juristas e a Bahia tem que cada vez mais ocupar lugares de importantes em Brasília”, afirmou.

Indicação de Messias

Já sobre a indicação do advogado-gral da União, Jorge Messias, para a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), Leonardo Jorge, avaliou que é um nome atende às exigências do cargo e que tem como diferencial a atuação em pautas sociais.

“É um bom nome, um nome que é sensível à às pautas sociais, conhece da Justiça do Trabalho, dos dramas do direito do trabalho. Então, com certeza, caso aprovado pelo Senado, será um bom nome para atuar no Supremo Tribunal Federal na pauta dos direitos sociais”, argumentou.

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