Justiça
O desembargador Magid Nauef Láuar, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), no voto em que absolveu um homem de 35 anos de estuprar menina de 12 anos, esqueceu de retirar da redação final um recurso de edição por inteligência artificial (IA).
O Tribunal de Justiça de Minas (TJ-MG) também vai abrir uma sindicância para investigar a sentença proferida pelo magistrado.
O desembargador também deve ser investigado por outros dois casos. Um deles suspeita de receber salários indevidamente. O magistrado receberia aposentadoria por invalidez da Universidade Federal de Ouro Preto.
Relator que absolveu réu por estupro de vulnerável esqueceu de tirar comando de IA do voto.
— GloboNews (@GloboNews) February 24, 2026
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