Economia & Mercado

Após tirar Mataripe dos planos, Mubadala deve ser o principal acionista de um projeto de biorefinaria na Bahia

Divulgação / Acelen
Pedra fundamental de biorefinaria deve ser lançada até o final do ano  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Acelen

Publicado em 29/08/2024, às 10h38   Yuri Pastori



O Mubadala Capital, empresa gestora dos Emirados Árabes, deve ser o principal acionista de um projeto de biorefinaria na Bahia. O investimento, que está em negociação com potenciais parceiros, incluindo estrangeiros, usará a macaúba, planta típica do Cerrado, como matéria-prima. As informações são do Valor Econômico.

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A pedra fundamental deve ser lançada até o final do ano. A empresa já começou a construir um centro de tecnologia e inovação em Montes Claros (MG) e está adquirindo terras em várias regiões do Brasil, incluindo Minas Gerais e Bahia.


Um financiamento de R$ 250 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está garantido pela Acelen Renováveis, divisão de energia verde do Mubadala. O BNDES não respondeu aos contatos do Valor.


A Mubadala está em negociação com a Petrobras para se desvincular da refinaria de Mataripe, já que o fundo dos Emirados Árabes só entra em projetos como acionista majoritário. Além disso, outro fator para a desistência seria a mudança na abertura do mercado de refino e a reversão da Petrobras em relação à venda das oito refinarias previstas no plano de desinvestimento, que estava em andamento até o início de 2023. A Mubadala, a Acelen e a Petrobras não comentam a negociação.

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