Economia & Mercado

Balança comercial brasileira apresenta superávit e exportações para EUA reduzem em ano de 'tarifaço'; confira números

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Números foram anunciados nesta terça-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Freepik
Verônica Macedo

por Verônica Macedo

veronica.macedo@bnews.com.br

Publicado em 07/01/2026, às 07h17 - Atualizado às 07h37



Mesmo com o ‘tarifaço’ do presidente dos Estados Unidos – EUA, Donald Trump, que impôs aumentos expressivos nas taxas de comercialização de commodities a vários países, inclusive ao Brasil, em 2025, houve alta nas exportações nacionais. Os números foram anunciados nesta terça-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) .

De acordo com a reportagem de o jornal O Globo, a balança comercial brasileira encerrou 2025 com um saldo positivo de US$ 68,3 bilhões. “O superávit é resultado de US$ 348,6 bilhões em exportações e US$ 280,3 bilhões em importações. As exportações totais brasileiras aumentaram 3,5% em relação ao ano anterior, atingindo o recorde da série histórica, mas para os Estados Unidos, as vendas caíram 6,6%. As importações também foram recorde, com aumento de 6,7%. Mas o saldo comercial ficou 8% menor do que em 2024, de US$ 74,1 bilhões”.

Por outro lado, segundo os dados noticiados na matéria, as exportações para os EUA apresentaram déficit de 6,6%, resultado menor que o projetado quando foi estabelecido o ‘tarifaço’ de 50% imposto ao Brasil.O estudo revelou ainda que as exportações para a Argentina tiveram crescimento de 31,4%, as da China apresentaram alta de 6% e aas da União Europeia 3,2%.

Confira a seguir os produtos que foram os principais responsáveis pelo recorde das exportações brasileiras  de acordo com o Mdic:

Carne bovina fresca, refrigerada ou congelada: alta de 42,5%.

Soja: alta de 1,4%.

Ouro, não monetário (excluindo minérios de ouro e seus concentrados): alta de 66,1%.

Café não torrado teve alta de: 31,1%.

Milho não moído, exceto milho doce: alta de 5,0%.

Classificação Indicativa: Livre

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