Economia & Mercado

Bets ainda têm R$ 159 milhões para devolver a apostadores até quarta-feira (14); oito empresas devem responder judicialmente

A partir da quarta-feira (14), os recursos pendentes serão transferidos à Caixa Econômica Federal. Ela será a responsável pela intermediação das devoluções. - Antônio Cruz/Agência Brasil
90% das contas dos apostadores informadas pelas empresas, até o momento, têm menos de R$ 1 real de saldo  |   Bnews - Divulgação A partir da quarta-feira (14), os recursos pendentes serão transferidos à Caixa Econômica Federal. Ela será a responsável pela intermediação das devoluções. - Antônio Cruz/Agência Brasil


Dados das plataformas de apostas mostram que R$ 159 milhões em saldos ainda precisam ser devolvidos aos apostadores. Até o dia 7 de outubro, as empresas deveriam ter enviado aos bancos os valores relacionados a cada CPF e as informações bancárias para realizar os depósitos.

Diante do descumprimento do prazo, a Advocacia-Geral da União (AGU) pretende acionar judicialmente oito empresas que não encaminharam os dados. 

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A previsão de devolução dos valores pelas instituições financeiras segue até quarta-feira (14). Cerca de 22,5 milhões de apostadores, distribuídos por 70,5 milhões de contas, constam nos registros já informados pelas casas de apostas. Do total, 90% das contas têm menos de R$ 1 real de saldo.

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Retirada voluntária

O prazo para a retirada voluntária dos recursos foi até 5 de outubro e cerca de R$ 1,2 bilhão em saldos foram informados pelas empresas. O montante de R$ 159 milhões corresponde à atualização dos dados.

Caso alguns pagamentos fiquem pendentes, a partir do dia 14 de outubro, os recursos serão transferidos à Caixa Econômica Federal. Ela ficará responsável por intermediar as devoluções. 

Os apostadores devem receber os valores nas contas bancárias registradas nas plataformas. O governo recomenda que os jogadores acompanhem os comunicados oficiais. 

Mesmo que a maior parte das contas contenham valores baixos, o governo mantém a atenção nos saldos mais elevados. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, divulgou que aproximadamente 40 CPFs estão sob análise devido a isso. 

O objetivo das buscas é identificar possíveis irregularidades, como lavagem de dinheiro. 

Cuidados

Os beneficiários devem consultar somente os canais oficiais do governo e dos bancos.  O cronograma oficial será seguido sem cobrança extra para liberar os saldos. 

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