Economia & Mercado
por Mariana Cedrim
Publicado em 19/08/2025, às 19h50
Uma manifestação em que endossa a investigação aberta pelo governo americano de supostas "práticas desleais" comerciais do Brasil contra o país, foi enviada, nesta segunda-feira (17), ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês).
O documento esclarece o posicioamento da Associação da Indústria de Computadores e Comunicações (CCIA, na sigla em inglês) que representa 20 grandes empresas de tecnologia e comunicação dos EUA como Amazon, Intel, Ebay, Apple, Google e Meta, dona do WhatsApp, Instagram e Facebook.
Gabriel Delsol, gerente de Políticas da entidade, a CCIA destacou que seus membros têm interesses comerciais significativos no mercado brasileiro e que recorrem a argumentos infundados para sustentar que, nos últimos anos, o Brasil implementou ou propôs medidas regulatórias.
A entdidade ainda afirmou que há prejuízos às big techs americanas no Brasil e que as decisões de autoridades brasileiras "muitas vezes resultam em protecionismo disfarçado, restringindo o acesso ao mercado e dificultando a competição justa das empresas dos EUA no setor digital brasileiro".
O governo americano tem como base para a ivestigação a Seção 301 da Lei de Comércio americana e, para a CCIA, esse é "um instrumento adequado" contra o Brasil. Além disso, a entidade aponta que a decisão do governo brasileiro, de elevar a alíquota de IOF em operações cambiais, torna seus serviços menos competitivos que os domésticos.
Sobre as práticas desleais de comércio pelo Brasil, ACCIA destaca o Pix, comércio, digital, combate à corrupção e propriedade intelectual. O governo Lula enviou ontem uma carta com respostas aos questionamentos.
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