Economia & Mercado
O prejuízo com o ataque hacker que afetou a C&M Software na semana passada é estimado por fontes do setor, por enquanto, em cerca de R$ 800 milhões. Em entrevista à Valor, o delegado divisionário da Delegacia de Crimes Cibernéticos (DCCibre) da Polícia Civil de São Paulo, Paulo Eduardo Barbosa disse que o volume pode ultrapassar R$ 1 bilhão.
"Inicialmente foram seis empresas afetadas pelo caso da C&M, mas aos poucos mais instituições estão nos procurando. Tinha o valor de R$ 541 milhões da BMP, agora ontem outro banco nos procurou informando um prejuízo de mais R$ 104 milhões, e outro hoje com R$ 49 milhões. Então, pelas informações que estamos recebendo, com um cálculo preliminar, estimamos que pode passar de R$ 1 bilhão", comentou.
Ainda segundo a entrevista, o Banco Central tem colaborado com as investigações, repassando algumas informações.
O delegado contou que Polícia Civil, em parceria com o Ministério Público, conseguiu bloquear R$ 15 milhões que haviam sido convertidos em criptoativos. O foco agora é tentar identificar o grupo que aliciou o então funcionário da C&M João Nazareno Roque para que fosse aplicado o golpe.
O caso estava no Departamento de Inquéritos Policiais (Dipo), mas agora é de responsabilidade da 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores em São Paulo.
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