Economia & Mercado
O consórcio formado pela Oi S.A. e pela empresa Avantia, responsável pelo sistema de videomonitoramento da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), corre risco de descontinuidade antes do fim do contrato, previsto para julho de 2026. A crise financeira da operadora, que reconheceu em documento oficial a possibilidade de insolvência, somada a falhas recorrentes na prestação de serviços, acende o alerta para um possível encerramento antecipado das atividades.
Segundo apuração do BNews, o consórcio acumula um histórico de glosas contratuais motivadas por falhas técnicas, descumprimento de prazos e indisponibilidade de equipamentos. A Secretaria de Segurança Pública já emitiu diversas notificações administrativas, com base nos relatórios de acompanhamento e cláusulas de desempenho previstas em contrato.
A situação se agravou após a divulgação de um Fato Relevante pela Oi S.A., nesta sexta-feira (7), no qual a companhia admite não ter condições de quitar seus passivos extraconcursais, cumprir o plano de recuperação judicial vigente ou gerar fluxo de caixa suficiente para manter suas operações. O documento foi apresentado à 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro e sugere que, em caso de liquidação judicial, as atividades da empresa sejam mantidas apenas de forma provisória, com estrutura reduzida, até a transição dos serviços para terceiros.
Com a possível saída da Oi e o desempenho insatisfatório do consórcio, fontes indicam que o contrato com o governo da Bahia pode ser encerrado antes do prazo. A medida, se confirmada, exigirá uma resposta rápida da gestão estadual para evitar prejuízos à segurança pública, especialmente na operação dos sistemas de videomonitoramento.
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