Economia & Mercado
Na manhã desta quinta-feira (29), o Sindicato dos Enfermeiros do Estado da Bahia (Seeb) realizou um protesto em frente ao Hospital Português, em Salvador, reunindo profissionais de várias categorias, incluindo enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas e farmacêuticos. O grupo reivindica melhorias salariais e condições dignas de trabalho.
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Ao BNEWS, nesta semana, a diretora financeira do Seeb, Lúcia Duque, afirmou que o movimento quer mostrar ao Sindicato Patronal o poder da instituição, que representa mais de cinco mil profissionais na Bahia.
Em frente ao Hospital Português, os manifestantes exigiram, principalmente, reajuste salarial e dignidade para os trabalhadores da saúde. No Instagram, o sindicato postou: "Os sindicatos da saúde estão unidos para confrontar os absurdos propostos pelo patronal! Manifestação em frente ao Hospital Português para o lançamento da campanha: SETEMBRO DE LUTAS."
Entre as reivindicações, o Seeb critica a proposta do Sindicato Patronal (Sindifiba), que inclui:
A Superintendência de Trânsito do Salvador (Transalvador) e a Polícia Militar (PM) estão no local para garantir que a manifestação não cause transtornos ao fluxo de veículos na região e evitar possíveis confrontos. No local, os manifestantes criticam a gestão do Hospital Português.
Em protesto, profissionais de saúde fecham trânsito em frente ao Hospital Português, em Salvador. pic.twitter.com/bGZzq3qydv
— bnewsvideos (@bnewsvideos) August 29, 2024
Contexto
Lúcia Duque explicou que a Convenção Coletiva dos hospitais privados já foi definida e manteve os direitos dos trabalhadores da saúde. No entanto, as negociações para os hospitais filantrópicos e terceirizados ainda não foram concluídas, o que tem impactado o poder aquisitivo dos profissionais dessas categorias.
"A proposta do Sindicato Patronal, o Sindifiba, é retirar todos os direitos da Convenção Coletiva, garantidos há quase 30 anos, além de não aumentar os salários, que já estão bastante defasados. A data-base foi em maio e já estamos em setembro. Eles estão radicais, sem diálogo. Por isso, agora, o nosso sindicato vai mostrar a sua força," afirmou Lúcia, confiante.
Ela destacou que os salários desses profissionais variam entre R$ 2.800 e R$ 3.000, mas a inflação tem corroído cada vez mais o poder de compra. "Lutamos por nossos direitos e pelo reajuste salarial em conformidade com a inflação," concluiu a diretora financeira do Seeb.
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