Economia & Mercado
Publicado em 23/06/2025, às 16h41 Maurício Viana
A EMS, conhecida por ser a maior farmacêutica de medicamentos genéricos do Brasil, está com uma aposta bilionária para o mercado de produtos para obesidade como o diabetes tipo 2.
A intenção da gigante do setor é de rivalizar com Ozempic e Wegovy da farmacêutica Novo Nordisk, e Mounjaro, da Eli Lilly, medicamentos recém-chegados ao Brasil e que utilizam o peptídeo GLP-1 como base.
Segundo a revista Forbes, a consultoria Barclays afirma que este mercado pode movimentar cerca de US$ 200 bilhões (R$ 1,1 trilhão) anualmente pelos próximos anos.
A empresa inaugurou, em 2024, sua primeira fábrica destinada à produção destes medicamentos em Hortolândia, município no interior de São Paulo, que é a base da maior parte dos medicamentos voltados para o combate à diabetes e obesidade.
O investimento inicial para a fabricação foi superior a R$ 1 bilhão e deve crescer mais ao longo dos próximos meses. A EMS é atualmente a única farmacêutica brasileira que se prepara para produzir o próprio produto do início ao fim.
No segundo semestre desse ano, devem chegar às farmácias dois medicamentos à base de liraglutida, análogo ao GLP-1: Lirux e Olire. Para 2025 devem ser comercializadas 250 mil canetas do medicamento.
A expectativa do CEO da EMS é que a partir de 2026 o faturamento será de US$ 4 bilhões de dólares (R$ 22 bilhões) com o segmento e US$ 2 bilhões (R$ 11 bilhões) com exportações principalmente nos Estados Unidos e US$ 2 bilhões no Brasil.
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