Economia & Mercado

Profissionais da saúde organizam manifestação em frente ao Hospital Português; entenda

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Mobilização e protestos: “Agora o Sindicato dos Enfermeiros da Bahia vai mostrar sua força”, afirma a diretora financeira do Seeb  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Pixabay
Verônica Macedo

por Verônica Macedo

veronica.macedo@bnews.com.br

Publicado em 27/08/2024, às 15h23 - Atualizado às 15h59



Na Bahia, atualmente, existem cinco mil enfermeiros. Ao todo, são 100 mil profissionais de saúde, segundo o Sindicato dos Enfermeiros do Estado - Seeb. Nesta quinta-feira (29), parte deles estará em frente ao hospital português, a partir das 6h, em uma mobilização, para impedir que outros profissionais entrem na instituição.

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A informação foi dada em primeira mão para a reportagem do BNews pela diretora financeira do Seeb, Lúcia Duque. Segundo ela, o movimento será uma grande manifestação que envolverá enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas e farmacêuticos.

Lúcia explica que a Convenção Coletiva dos hospitais privados já foi definida e fechada, mantendo os direitos dos trabalhadores da área da saúde, mas a dos hospitais filantrópicos e terceirizados ainda não, comprometendo severamente o poder aquisito dos profissionais que pertencem a essas categorias acima descritas.

“A proposta do Sindicato Patronal, o Sindifiba, é retirar todos os direitos da Convenção Coletiva, garantidos há quase 30 anos, além de não aumentar os salários que já estão bastante defasados. A data-base foi em maio e já estamos em setembro. Eles estão radicais, sem diálogo. Por isso, agora, o nosso sindicato – dos Enfermeiros do Estado da Bahia - vai mostrar a sua força”, afirma confiante Lúcia.

Ele explica que os salários desses profissionais giram em torno de R$ 2.800 e R$ 3.000, mas com a inflação, estão cada vez menores. “Lutamos por nossos direitos e reajuste dos salários perante a inflação”, conclui a diretora financeira do Seeb.

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