Economia & Mercado
por Cadastrado por Maurício Viana
Publicado em 09/11/2024, às 12h21 - Atualizado às 13h22
A virada do ciclo da pecuária se aproxima e este é o momento conhecido pela baixa demanda de exportação da carne bovina no Brasil. Porém, as perspectivas para o país é de que os números cresçam, já que entre janeiro e outubro de 2024 foram exportados 2,4 milhões de toneladas, que representa um aumento de 30% em relação ao mesmo período de 2023, segundo a Associação Brasileira dos Indústrias Exportadoras de Carne - Abiec.
E em meio a tudo isso, a China, que é a maior compradora das carnes brasileiras, está com um ritmo mais lento em seu crescimento econômico. Este é um ponto que requer cuidado e atenção do mercado, embora a demanda siga avançando.
Para empresários do setor ouvidos pela Revista Globo Rural, a projeção é de que o Brasil se consolide ainda mais no mercado, sobretudo no avanço da América do Sul ao entrar no mercado internacional.
Segundo o CEO da Minerva, Fernando Galletti de Queiroz há evidências de que o crescimento maior está por vir nos próximos dois anos.
“Você vai ter uma redução no Brasil talvez em relação a este ano, mas o número de nascimentos [de bezerros] em 2023, que é o gado para 2025 e 2026, ele está dado e não foi pequeno”, diz o gestor.
Ao que tudo indica, a oferta pelo gado de abate nos Estados Unidos só deverá ser normalizada em três anos, o que pode contribuir para uma maior aparição do Brasil no cenário da exportação das carnes.
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