Economia & Mercado
por Verônica Macedo
Publicado em 17/07/2024, às 12h06 - Atualizado às 12h16
Foi adiado o acordo estabelecido entre o Governo Federal, através do Ministério de Minas e Energia, firmado com a Âmbar Energia, pertencente ao grupo J&F. O pacto já entraria em vigor no próximo dia 22 e se destinava às usinas termelétricas emergenciais contratadas em 2021, no auge da crise hídrica.
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A notícia, que foi publicada pelo portal Uol, explica que “o acordo entre União e a empresa de energia dos irmãos Joesley e Wesley Batista teve seu início de vigência prorrogado para 30 de agosto, segundo ofício encaminhado na terça-feira pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, ao Tribunal de Contas da União (TCU)”.
Ainda segundo a reportagem de o Uol, “no documento, Silveira afirma que o adiamento ocorreu para que o plenário do TCU tenha tempo de examinar os termos e condições de uma representação do Ministério Público junto ao TCU, que pediu medida cautelar para suspender os efeitos do acordo”.
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