Economia & Mercado
A bolsa brasileira (B3) acionou o circuit breaker logo na abertura do pregão desta segunda-feira (26) diante da forte rejeição em função da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O principal índice do Ibovespa na B3 despencou de forma muito rápida e acentuada dos chamados “papéis futuros”, negociados antes mesmo do início das negociações do pregão, às 10h.
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A medida tem como objetivo conter o pânico generalizado, evitar vendas precipitadas e dar tempo para que os investidores reavaliem as notícias com calma e racionalidade. Segundo os números oficiais, o Ibovespa chegou a recuar 19,85% nesta segunda.
Antes da eleição, na sexta-feira (23), a bolsa de valores encerrou o pregão com 205.082,56 pontos, uma alta de 0,47%. O dólar comercial abriu a segunda-feira operando em alta no mercado à vista, em relação ao fechamento da última semana. Às 9h30, a moeda norte-americana estava cotada a R$ 5,60, com elevação de 12,5%.
Segundo analistas, a vitória de Lula (PT) muda totalmente o cenário esperado pelo mercado. Como a maioria das pesquisas divulgadas nas últimas semanas apontava vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno, a reeleição do petista surpreendeu parte dos investidores, que agora avaliam os possíveis efeitos do novo mandato sobre juros, câmbio, Bolsa e contas públicas.
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