Economia & Mercado
A Justiça do Rio decidiu suspender a falência da Oi. A empresa vai seguir em recuperação judicial, com venda organizada dos seus bens.
A decisão foi da desembargadora Mônica Maria Costa, do Tribunal de Justiça do Rio. Ela entendeu que a falência traria prejuízos graves aos credores e ao público. A Oi presta serviços essenciais, como telefonia e internet.
A magistrada também mandou voltar os antigos administradores judiciais. E pediu investigação sobre a empresa Pimco, que hoje controla a Oi.
A medida atende a um pedido do Bradesco. O banco é um dos maiores credores da operadora. Ele defende que a recuperação é melhor que a falência. Segundo o Bradesco, isso ajuda a vender os ativos com mais ordem e a reorganizar a empresa.
A falência havia sido decretada pela 7ª Vara Empresarial na segunda-feira. Agora, o processo volta a seguir como recuperação judicial.
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