Economia & Mercado
por Vagner Ferreira
Publicado em 07/10/2025, às 10h37
Foi exibido na noite desta segunda-feira (6), pela TV Globo, um dos capítulos mais emblemáticos da teledramaturgia brasileira: a morte da empresária Odete Roitman, desta vez interpretada pela atriz Débora Bloch. A emissora aproveitou da repercussão para aumentar os acordos comerciais e impulsionar seu faturamento.
De acordo com o portal Folha de S. Paulo, o episódio contou com um intervalo extra para poder suprir a alta demanda de anúncios, sendo quatro na grande São Paulo e no Rio de Janeiro, visto que eram feitas três desde o início da novela.
No geral, 25 marcas apresentaram suas propagandas comerciais, gerando um recorde anual para a Globo. Dentre elas, estavam os streaming, considerados concorrentes da TV, Netflix e Amazon Prime, que aproveitaram a oportunidade para anunciar suas produções e tentar atrair espectadores.
As instituições financeiras, segundo o Meio e Mensagem, foram as mais presentes: Banco do Brasil, Nubank, Inter, Neon e Banco BV. As big techs também não ficaram para trás: Instagram/Meta, iPhone/Apple, Amazon e Android/Google. Ainda, estiveram presentes: iFood, Lojas Americanas, Seara, 99, Zé Delivery, Banco Neon, Piraquê, Banco BV, Delícia, Omo, Dove e Itaú.
Segundo o Brazil Journal, as cotas de patrocínios disponíveis foram esgotadas e os anunciantes pagaram até R$ 1 milhão para aparecer nos intervalos. A tabela de anúncios foi dividida em três cotas: 15 segundos por R$ 745 mil; 30 segundos por R$ 999 mil; e o “30 segundos primeiríssima” por R$ 1,2 milhão.
Acredita-se que a Globo tenha arrecadado por volta de R$ 200 milhões desde o início da novela apenas com publicidade, se tornando o produto do gênero de maior faturamento da história da emissora, superando Pantanal, que levava esse título.
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