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Notebook, desktop ou Workstation: Especialista explica qual é a melhor opção no mercado

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Equipamentos de alta performance oferecem opções para diferentes segmentos de mercado  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Freepik
Verônica Macedo

por Verônica Macedo

veronica.macedo@bnews.com.br

Publicado em 19/05/2025, às 10h26 - Atualizado às 10h34



Ao procurar um equipamento de TI para o ambiente profissional, muitas empresas enfrentam a dúvida entre adquirir desktops, notebooks ou workstations. A escolha correta depende de fatores específicos que vão além das especificações técnicas.

Georgia Rivellino, diretora de Marketing, Produtos e Soluções da Simpress, explica que o primeiro passo é avaliar as necessidades operacionais do usuário. “É preciso considerar tanto o modelo de trabalho quanto o tipo de aplicação que será executada no equipamento”, destaca. A especialista fornece orientações que seguem abaixo.

Mobilidade x desempenho

O modelo de trabalho é determinante na escolha. “Notebooks são ideais para profissionais em regime híbrido ou remoto, permitindo deslocamento entre escritório, casa e outros locais. Já os desktops são mais adequados para trabalhos 100% presencial, oferecendo maior estabilidade e robustez”, explica Georgia.

Para áreas como design gráfico, desenvolvimento e análise de grandes volumes de dados, o desktop tem vantagens significativas: configuração mais potente, melhor sistema de resfriamento e maior adaptabilidade. Notebooks, por outro lado, são indicados para tarefas menos complexas.

Customização é outro fator a ser considerado. O desktop oferece mais possibilidade de alterações, ou seja, o usuário pode substituir peças e adicionar complementos ou acessórios conforme suas necessidades, enquanto o notebook apresenta estrutura mais limitada — seus componentes foram construídos para ocupar um determinado espaço, eliminando possibilidades de alterações.

Workstation

Georgia acrescenta uma opção entre equipamentos para trabalho, as workstations, que representam uma categoria específica de equipamentos com características superiores aos computadores convencionais como: 

Processamento avançado: processadores de alta performance e placas gráficas profissionais, garantindo estabilidade em softwares exigentes.

Certificações especializadas: homologações para softwares de design e criação, com drivers otimizados para aplicações específicas.

Maior capacidade de expansão: possibilidade de upgrades de memória e armazenamento, adaptando-se às crescentes demandas.

Segurança integrada: sistemas de proteção empresarial incluídos sem custo adicional, um diferencial importante no mercado.

Suporte a aplicações de IA: hardware dimensionado para processamento local de aplicações de inteligência artificial. 

Perfis específicos se beneficiam das workstations, tais como arquitetos e engenheiros, que utilizam para modelagem 3D e renderização, ou criadores de conteúdo que necessitam de editores de vídeo e designers gráficos de alto desempenho. Profissionais que processam grandes volumes de informações, como cientistas e analistas de dados, também podem aproveitar as vantagens oferecidas.

Georgia também aborda uma tendência crescente: profissionais que dividem seu equipamento entre trabalho e entretenimento. “Percebemos um aumento na procura desse produto por parte de gamers profissionais e criadores de conteúdo que necessitam de equipamentos versáteis. As workstations HP oferecem o desempenho necessário para jogos e criação de conteúdo com a confiabilidade e suporte que produtos destinados exclusivamente a jogos não proporcionam.”

Hoje, a HP oferece três famílias principais de workstations:

Firefly: Mais leve e móvel, ideal para profissionais que precisam de mobilidade sem sacrificar desempenho.

Power: Intermediária, equilibra mobilidade e performance para a maioria das aplicações profissionais.

Fury: Máximo poder de processamento, direcionada a usuários que priorizam desempenho.

 “Ao avaliar a aquisição de equipamentos, recomendamos considerar as necessidades atuais e também as demandas futuras de processamento, especialmente com o aumento das aplicações de IA no ambiente corporativo”, conclui Georgia.

Classificação Indicativa: Livre

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