Economia & Mercado

Presidente da ACB fala sobre obstáculos para desenvolvimento do Brasil: “Precisamos ter consciência participativa”

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Cavalcanti aponta falta de autoestima cidadã e consciência participativa como obstáculos para o desenvolvimento econômico do Brasil.  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Vídeo
Daniel Serrano e Thiago Teixeira

por Daniel Serrano e Thiago Teixeira

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 31/03/2025, às 09h45 - Atualizado às 10h46



O presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB), Paulo Sérgio Cavalcanti, destacou a importância do fortalecimento do comércio e do ambiente de negócios no Brasil durante o Encontro Nacional de Integração do Associativismo, nesta segunda-feira (31), em Salvador.  

Durante entrevista ao BNews, na oportunidade, o presidente da ACB ainda realizou um “diagnóstico” do comportamento do “brasileiro médio”, ao citar a “falta de autoestima cidadã e do sentimento de pertencimento em prol de promover riqueza no país”, que, de acordo com ele, é uma questão que atinge a sociedade atual.

Vamos aprender a exercer a democracia participativa. Vamos aprender a descer para as reuniões do nosso condomínio. Quando eu falo isso, tem um sentido simbólico, é exatamente a gente entender que precisamos participar mais. Não existe uma pessoa só, não existe salvador da Pátria. Se a sociedade civil organizada, se a população brasileira não tiver consciência cidadã participativa, a gente vai ficar reclamando, mas não vai trazer soluções de riqueza para o nosso país. É isso que nós esperamos”, afirmou o presidente.

O evento, promovido pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), ocorreu na sede da ACB e reuniu diversos empresários e lideranças do setor produtivo. Ainda durante entrevista ao BNews, Cavalcanti destacou a ampliação do compartilhamento de informações com o objetivo de impulsionar o comércio nacional.

É só com pautas comuns, efetivamente, pensando igual, atuando todos juntos, toda a sociedade civil organizada, de forma harmoniosa, sem polarizações e contributiva. É assim que a gente vai transformar o nosso país, é assim que a gente vai trazer prosperidade para o Brasil, seja em qualquer aspecto que você imaginar e querer. Vamos para o associativismo, para as empresas. Não existe mercado comprador sem povo rico, sem povo com capacidade aquisitiva”, destacou Cavalcanti.

Confira a entrevista completa:

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