Educação
Docentes das Universidades Estaduais Baianas paralisam as atividades em todo estado neste sábado com um ato unificado em frente à Universidade do Estado da Bahia (UNEB), no Cabula, em Salvador, nesta quarta-feira (11). A mobilização é referente a um pedido de recomposição salarial da categoria. A negociação sobre o reajuste se arrasta por quatro ciclos de discussão.
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O Coordenador do Fórum das Associações Docentes das Universidades Estaduais da Bahia, Marcelo Lins, revelou à reportagem do programa Sete da Matina, na BNewsTV que já conversava com o governador Jerônimo Rodrigues sobre os reajustes, mas que as propostas só foram para a mesa após os indicativos de greve.
Nós tivemos 7 anos sem reajuste salarial. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), nossa perda salarial está em torno de 35% e o governo colocou na mesa uma proposta de 4,7%. Depois de algumas negociações ela está em 5,7% [diluída] em três anos", relata.
A proposta de reajuste salarial do movimento docente é de três reajustes de 5,5%, nos meses de janeiro/2025, janeiro/2026 e dezembro/2026, respectivamente, totalizando 17,42% em dois anos (2025 e 2026), com respeito à data-base em janeiro.
“Falta a disposição política para reconhecer que o governo do PT, nos últimos oito anos, impôs uma quebra salarial muito severa, e está no momento de a gente buscar a recomposição e Jerônimo, se tiver disposição política junto com a bancada do PT, vai entender que é hora de negociar” conta Iracema Lima, presidente da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Sudeste da Bahia.
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