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Jerônimo comenta acusação do PT esconder Dilma Rousseff nas eleições

Foto: Reprodução / YouTube / Salvador FM

Jerônimo Rodrigues é pré-candidato ao governo do estado pelo PT

Publicado em 07/04/2022, às 07h38    Foto: Reprodução / YouTube / Salvador FM    Vinícius Dias

Pré-candidato ao Governo do Estado pelo grupo governista, Jerônimo Rodrigues (PT) comentou em entrevista à rádio Salvador FM na manhã desta quinta (7) que discorda das acusações de que o PT está escondendo a ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) nessas eleições. Segundo o pré-candidato, o que o partido faz é proteger a petista, que ainda sente muito o impeachment sofrido em 2016, acusada de pedaladas fiscais em seu segundo governo.

"Primeiro dizer que nem Lula nem o PT estamos escondendo a presidente Dilma. Há uma proteção no sentido do que ela passou, sofreu um impeachtmeant, um golpe. Isso tem muita carga emocional", afirmou Jerônimo durante a entrevista.

Ex-secretário de educação da Bahia, o pré-candidato petista ainda comentou que Dilma sofreu muito com o parlamento por ser mulher e avaliar quem mulheres sofrem muito preconceito em ambientes como a política brasileira.

"Um dos motivos para o golpe foi a continuidade e ampliou muito as ações que Lula iniciou, depois por ser mulher, há um descrédito da mulher assumindo funções estratégicas, não só na política, mulheres sofrem bastante", avaliou o pré-candidato.

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O MDB, hoje partido que ocupa o cargo da pré-candidatura à vice de Jerônimo, foi um dos articuladores nacionais para a concretização do impeachment de Dilma Rousseff. À época, o vice-presidente de Dilma, Michel Temer, era do partido, e o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, também era do mesmo partido.

Questionado sobre o porquê de trazer o partido que traiu o próprio PT há 6 anos, Jerônimo preferiu escorregar da resposta e recordar de outros períodos, quando os dois partidos eram aliados. 

"É um partido histórico, está na história do Brasil, contribuiu para a redemocrtização do estado Brasil. Na Bahia, a tomada do governo para nossas maos com o Wagner, tinha o MDB ao lado. O vice era Edmundo [Pereira]. Fizemos o que fizemos, com ações, secretarias estratégicas. O MDB contribuiu muito, a vinda de Geraldo [Júnior] traz isso, uma referência", contou Jerônimo Rodrigues.

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