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Marcelo Nilo quebra silêncio sobre suposto dossiê do PT: "Tudo tem limite"

Dinaldo Silva/BNews

Marcelo Nilo disse o que pensa sobre o assunto e se defendeu relembrando disputas com adversários políticos históricos

Publicado em 05/08/2022, às 15h20    Dinaldo Silva/BNews    Daniela Pereira, Eduardo Dias e Henrique Brinco

Durante a convenção que oficializou a candidatura de ACM Neto (UB) ao Governo do Estado, o deputado federal Marcelo Nilo (Republicanos), antes cotado para ser o vice, mas preterido pela empresária Ana Coelho (Republicanos), comentou sobre a existência de um suposto dossiê sigiloso feito pela base governista contra ele.

Nilo, que falou pela primeira vez publicamene sobre o assunto em uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (5), se defendeu relembrando disputas com adversários políticos históricos na Bahia.

"Ficaram dizendo por aí um negócio de dossiê. Eu enfrentei o maior político da história da Bahia: Antônimo Carlos Magalhães, que me disse que não construiu nada contra mim. Chico Neto, então meu inimigo, secretário de Segurança Pública, Antônio Carlos disse 'se você trouxe algo contra Marcelo Nilo te dou um beijo na testa'. Troquei tapa com César Boges, governador da Bahia, 15 minutos", disse.

O deputado também comentou sobre se o suposto dossiê viesse a público o prejudicaria publicamente em suas pretensões na base de ACM Neto.

"Eu fui presidente da Assembleia com 63 feras e nunca um deputado levantou contra a minha honra. Eu sou polêmico, tenho limites. Se ACM Neto achasse alguma coisa que fosse contra a minha honra ele não declararia voto em mim" afirmou Nilo.

"Tudo tem limite. Falam que eu assediei, pelo amor de Deus. Eu tenho família. Eu sou um homem que não tem rabo preso. Rui Costa me traiu. Agora pergunte a ele se ele tem alguma coisa contra mim. Wagner não. Sou apaixonado por ele", completou. 

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