Eleições

Coligação de Rui distribui ofício contra uso de santinhos com imagem de Lula

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Segundo os petistas, o ofício foi enviado antes da decisão judicial que determinou busca e apreensão de santinhos com Lula na condição de candidato

Publicado em 28/09/2018, às 15h52    Divulgação    Henrique Brinco

A coordenação-geral da coligação "Mais trabalho por toda a Bahia", divulgou ofício assinado pelo coordenador da campanha de reeleição do governador Rui Costa (PT), Jerônimo Rodrigues, orientando dirigentes partidários e candidatos sobre o uso da imagem do ex-presidente Lula na propaganda eleitoral.
"A coligação orienta, mais uma vez, que não seja distribuído nenhum material de propaganda eleitoral no qual conste o ex-presidente Lula  a condição de candidato, a exemplo de 'colas/santinhos' com a indicação de números de candidaturas", diz o documento de 23 de setembro.
Conforme o BNews nessa quinta-feira (27), os santinhos que circulavam no interior da Bahia com Lula ainda candidato a presidente terão que ser recolhidos no prazo de 24 horas em todo o território baiano. A decisão da Justiça baiana foi provocada pela coligação Para Mudar a Bahia, encabeçada pelo candidato do Democratas ao governo da Bahia, José Ronaldo, após denúncia feita pelo presidente nacional da legenda e prefeito de Salvador, ACM Neto.
Segundo os petistas, o ofício foi enviado antes da decisão judicial que determinou busca e apreensão de santinhos com Lula na condição de candidato. Jerônimo também orientou que os candidatos entrassem em contato com o departamento jurídico da campanha em caso de dúvida.
"Caso ainda existam santinhos ou outros impressos no padrão indicado (Presidente: 13 Lula), armazenados em sedes de comitês no interior do Estado e Capital, recomendamos que sejam entregues à correspondente Zona Eleitoral da sua localidade".
Na terça-feira (25), a Folha de S. Paulo publicou o pedido do DEM alegando que as colinhas com Lula estavam sendo distribuídas principalmente em cidades do interior divulgando “fatos distorcidos e sabidamente inverídicos”.
Veja o ofício abaixo:

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