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Acusado de agredir suposta companheira 'quebra o silêncio' sobre prisão por violência contra a mulher; confira

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Uelber relatou que teve boné e corrente avaliados em R$ 15 mil furtados por filho da suposta vítima  |   Bnews - Divulgação Reprodução | Redes Sociais
Alex Torres

por Alex Torres

Publicado em 26/12/2024, às 17h40 - Atualizado às 19h05



Uelber da Silva Cardoso abriu o jogo, em conversa exclusiva com a equipe de reportagem do BNews, a respeito da confusão ocorrida na madrugada de quarta-feira (25), em que ele foi acusado de agredir uma suposta companheira em um prédio no bairro do Imbuí, em Salvador. 

De acordo com Uelber, toda a situação teria acontecido após um desentendimento entre ele e o filho da mulher, de 15 anos. Ele contou que a suposta vítima era uma amiga e que costumava tomar conta do jovem quando a mãe estava viajando. 

No dia da situação, ele teria convidado a mulher e o filho para passarem o Natal em sua casa, juntamente com seu companheiro, casados há cerca de 10 anos. No entanto, Uelber percebeu que o adolescente teria furtado um boné da marca Gucci e uma corrente, as duas coisas avaliadas em R$ 15 mil.  

Ainda segundo o relato de Cardoso, ele foi até a casa da mulher, que fica no bairro do Imbuí, para tentar recuperar os itens subtraídos, mas terminou se envolvendo em uma confusão com o adolescente e com a mãe. 

"Ele se descontrolou e veio para cima de mim. Eu comecei a segurá-lo, mas em nenhum momento o agredi. Neste momento, essa mulher se envolveu na briga, me arranhou e arranhou ele também. Foi quando, em um corredor apertado de menos de meio metro, ela bateu a cabeça na parede e começou a sangrar", contou. 

Ela foi para a sala e eu fui atrás, mas o filho me esganou e me jogou no chão. Fui tentar revidar e ele saiu correndo do apartamento. Eu queria sair também, mas ela ficou com a mão na porta. A intenção dela era de que eu agredisse ela. Depois, o filho veio com dois amigos e começaram a me agredir. Foi neste momento que começou uma agressão mútua. Eles saem correndo e eu vou atrás. Quando chegou lá embaixo, mais um rapaz veio me bater porque ela disse que estava sendo agredida. Eles estavam em quatro e eu sozinho", completou. 

Uelber disse ainda que a suposta vítima afirmou que eles teriam um relacionamento para que ele fosse autuado por lesão corporal dolosa (violência contra a mulher). Ele foi conduzido e passou a noite na cela da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), no bairro de Brotas. 

O homem passou por audiência de custódia nesta quinta-feira (26), onde teve a liberdade provisória concedida pela Justiça. Ele relatou que esclaresceu, juntamente com seu companheiro, que são casados há cerca de 10 anos e que nunca houve nenhum tipo de relacionamento com a mulher.

Em decisão do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), ficou decidida pela liberdade de Uelber sob as medidas dele manter 500 metros da suposta vítima, familiares e testemunhas; não ter contato com a ofendida, seus familiares e testemunhas por qualquer meio de comunicação; e a proibição de frequentar lugares em que a mulher costumar estar, como forma de preservar a integridade física e psicológica.

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