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Axé 40 anos: Jonga Cunha destaca frutos gerados pelo ritmo baiano: "melhor de todos, influenciou a todos"

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Jonga Cunha falou da importância do gênero musical em contribuição ao projeto Axé 40 anos, do BNews  |   Bnews - Divulgação BNews TV

Publicado em 22/10/2024, às 10h10   Dandara Amorim e Tiago Di Araújo



Músico e produtor, Jonga Cunha é uma das personalidades da música baiana que compõe o projeto Axé 40 anos, realizado pelo BNews, em celebração às quatro décadas do gênero. Em entrevista na Cidade da Música da Bahia, que conta a história artístia do estado, ele destacou a importância do ritmo que influenciou os novos artistas e permanece presente nas batidas de diferentes artistas.

"O Axé para mim passou. Quando eu digo que o Axé passou, eu não estou falando mal, eu estou falando bem. Foi o melhor de todos, influenciou a todos e a todos agora. Eu vejo surgir o BaianaSystem tocando todos aqueles ritmos em que o Axé continha dentro do seu guarda-chuva, debaixo da sua asa, agora com eletrônico. Eu vejo o Attoxxá, eu vejo o show de Saulo e de Jau como uma mistura Brasil, eu vejo a continuidade de Ivete Sangalo em um show maravilhoso. Diga se o Gigante não faz um show de todo mundo cair a boca, que é um pagode moderno, que mistura uma base eletrônica", exemplificou.

Para Cunha, a "passagem" do Axé foi de forma avassaladora e que gera frutos até os dias de hoje. "É o pós-Axé, é a Bahia moderna, é a Bahia de hoje, essa é a Bahia que está aí pós-Axé, maravilhosa também. Então, eu acho que sim, que passou, como todos os movimentos, o melhor", declarou.

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