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Há quem diga que o pagodão baiano também seja axé, geralmente brasileiros de outros estados fora do Nordeste. Mas, apesar de gêneros diferentes, os dois possuem ligação e ambos têm revelado artistas baianos pelo Brasil e mundo afora. Um deles é Léo Santana que admitiu a conexão entre os ritmos em entrevista ao BNews pelo projeto Axé 40 anos.
"Existe uma importância do axé em minha vida, pessoal de fato, por ter nascido no berço, mas como artista, por ser um gênero que predomina há décadas, e por ser pagodeiro também, do gênero pagodão, que acaba que está interligado ali com o axé", explica. "Me sinto muito abençoado de fazer parte de uma forma direta e indireta disso, como cantor baiano, soteropolitano".
O Gigante, que anunciou uma homenagem ao Axé no seu show do Festival de Verão, marcado para janeiro, fez questão de destacar a força do ritmo baiano desde sua criação até os tempos de hoje, mesmo com a chegada e fortalecimento também de outros gêneros.
"Vamos ser bem sinceros e pé no chão. Axé é uma realidade no Brasil e no mundo há muito tempo. Claro que tem outros gêneros que vêm sendo a novidade, acaba sendo acompanhado por essa nova geração, que até então não conhecia os cantores do Axé, mas são artistas até hoje em evidência", disse ao exemplificar os principais representantes na atualidade.
"O próprio Bell, com a idade que tem, com a vitalidade que tem, continua fazendo shows. Ivete, Claudinha, o próprio Durval, Tatau, eu, Tony (Salles), Xanddy, Psirico. Então, é um evento que ainda está em evidência. Eu costumo dizer que a antiguidade é posto", finalizou.
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