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As movimentações para o BBB 25 já foram iniciadas oficialmente com a apresentação do plano comercial do reality ao mercado publicitário, o que pode fazer com que a Globo tenha um faturamento recorde. Além disso, alguns detalhes foram divulgados, a exemplo da data de estreia, permanência da participação de famosos, o chamado grupo camarote, entre outros.
Mas, um dos assuntos relacionados à atração que mais chamou atenção nos últimos dias foi a possível saída de Tadeu Schmidt do comando. Segundo o jornalista Alessandro Lobianco, esta será a última temporada que ele vai apresentar e o nome já cogitado para 2026 é de Marcos Mion, que também foi especulado na época em que Tiago Leifert deixou a emissora.
Apesar disso, a troca na apresentação ainda não foi confirmada pela TV Globo, diferente da saída de Boninho da emissora, publicamente noticiada. Com isso, alguns internautas passaram a relacionar que o ex-diretor do Big Brother Brasil teria interferência na decisão para Tadeu deixar de apresentar o programa.
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Questionado sobre o que teria tido sua participação no futuro do reality, mesmo estando fora da Globo, o Big Boss garantiu que apenas duas coisas ele participou das decisões. Em conversa com o colunista Lucas Pasin, do portal Uol, Boninho garantiu que a edição de 2025 contará apenas com opiniões suas no que foi decidido quando ele ainda não tinha deixado o comando.
"Quando estamos no meio de um BBB, já começamos a produzir o outro. Então, é lógico que o BBB 25 tem dedo meu até um certo momento. A decisão de iniciar as inscrições em dupla, por exemplo, e o desenho da casa, foram conversas das quais eu participei", explicou ao se eximir de qualquer interferência por possível troca de apresentadores.
Ainda assim, o marido de Ana Furtado deixou claro que tudo que foi decidido quando ele ainda participava pode ser modificiado e que não quer ser associado a isso. "Pode ser que eles mudem tudo agora, eu não mando mais. Não me responsabilizo por nada, mas vou torcer à beça por eles", garantiu.
Durante o bate-papo, ele destacou que o Big Brother Brasil se tornou um produto consolidado e frisou ter acreditado no potencial do programa mesmo em meio às críticas que recebeu na primeira edição. "O BBB está aí. Reality era um produto muito desacreditado no começo, mas chegou para ficar. Se eu tivesse ouvido as críticas do BBB 1, não teria feito o 2", enfatiza.
Por fim, o diretor garantiu que permanecerá trabalhando com produções para televisão, inclusive deverá ser concorrrente da própria Globo. "Vou trazer mais coisas ainda, não estou parando de trabalhar. Não deixei legado para a TV porque continuo na TV brasileira", frisou.
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