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BOMBA! Nome de Deolane Bezerra aparece em conversa de operador financeiro do PCC; veja print

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O diálogo envolve Everton de Souza, apontado como operador financeiro do PCC que descreve os dados bancários de Deolane  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 21/05/2026, às 13h37



Novos detalhes da investigação que levou à prisão de Deolane Bezerra vieram à tona nesta quinta-feira (21) e aumentaram ainda mais a repercussão do caso. Um print anexado ao inquérito da Operação Vérnix mostra o nome da influenciadora em uma conversa atribuída a um operador financeiro ligado ao PCC.

Segundo as investigações conduzidas pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil, a mensagem seria uma das evidências utilizadas para apontar a suposta participação da advogada em um esquema de lavagem de dinheiro relacionado à facção criminosa.

De acordo com o material obtido pelos investigadores, o diálogo envolve Everton de Souza, apontado como operador financeiro do grupo criminoso. Na conversa, ele teria enviado dados bancários ligados a Deolane para a realização de um suposto “acerto de contas”.

O conteúdo mostra informações bancárias da influenciadora, incluindo agência e conta. Em um dos trechos, o nome dela aparece abreviado como “Deo… Beze…”, seguido da mensagem: “Me informa qual valor será enviado. Preciso estar fechando com o pessoal”.

deolane bezerra

Para os investigadores, o print reforça a suspeita de que contas vinculadas à influenciadora teriam sido utilizadas em movimentações financeiras investigadas pela operação.

Deolane Bezerra foi presa durante uma ação realizada em sua residência, localizada em Alphaville, na Grande São Paulo. A Operação Vérnix também cumpriu mandados contra pessoas ligadas à cúpula do Primeiro Comando da Capital.

Entre os alvos estão Marcola, o irmão dele, Alejandro Camacho, além de outros familiares investigados por suposta participação no esquema.

Segundo a Polícia Civil, a investigação aponta que uma transportadora sediada em Presidente Venceslau, no interior paulista, teria sido utilizada para movimentar recursos atribuídos à facção criminosa e ocultar patrimônio milionário.

Além das prisões, a Justiça autorizou bloqueios financeiros milionários e apreensão de veículos de luxo ligados aos investigados. Até o momento, a defesa de Deolane não comentou oficialmente o novo material anexado ao inquérito.

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