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Bote inflável e maratona nacional: Felipe Pezzoni abre o jogo sobre o Carnaval do EVA

Tiago Di Araújo / BNews
Felipe Pezzoni conversou com a equipe do BNews pouco antes de sair com o desfile do Bloco EVA  |   Bnews - Divulgação Tiago Di Araújo / BNews
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 14/02/2026, às 16h56



O cantor Felipe Pezzoni, da Banda Eva, que está prestes a puxar o Bloco EVA no circuito Dodô (Barra-Ondina), neste sábado (14), abriu o coração sobre o compromisso como grupo e o Carnaval de Salvador, em conversa com o BNews, na concentração de trios na região do Farol da Barra. 


“Onde você vai colocar determinada música em determinado período e poder contar essa história de 46 anos. Sempre vai faltar um pouco, mas não tem jeito. A gente tem que contemplar também as músicas dos nossos mestres, dos nossos ídolos. Então, mas a gente vai deixando a galera reger ali, claro que tem uma preparação ali”, acrescentou. 


Na sequência, ele revelou um ritual de preparação para conduzir o trio elétrico na folia. “Eu até vim antes no circuito andei da Barra até Ondina. Esse ano consegui fazer isso, mapeando os locais ali pra poder ir montando esse setlist, mas a gente sabe que na hora ali a gente vai pela emoção e deixa o flow comandar a parada toda”, pontuou. 


Pezzoni também falou sobre a agenda de Carnaval. “A gente sai daqui amanhã, vamos pra Recife, tem uma dobrada lá, camarote e carvalheira e boa viagem. depois a gente vai pra São Paulo, Carnaval na cidade no centro de São Paulo, Carnaval na capital, e depois vai pra Votuporanga no mesmo dia, na segunda terça-feira a gente vai pra BH, quarta-feira de cinzas a gente vai pra Sapucaí fazer o Camarote Alegria, quinta-feira a gente descansa um pouquinho, sexta-feira a gente vai pro Morro da Urca também no Rio sábado, desfile dos campeões na Sapucaí e domingo a gente vai sair com o nosso bloco Beleza Rara, pela primeira vez com o Carnaval de BH”, detalhou. 


Antes de finalizar, Felipe comentou sobre o bote inefável, que virou uma marca registrada dos seus desfiles pelas ruas de Salvador. “ Vai ter bote, sempre traz, né? A gente não fez nada, não combinou nada, mas assim, eu sinto a vontade ali, aí pô, pega o bote ali e vamos embora, porque virou uma marca registrada, você vê até outras pessoas fazendo coisas parecidas aí como inspiração, eu acho muito legal, então carnaval e bloco Eva tem que ter o bote ali em algum momento.”, concluiu.

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