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Eliezer desabafa sobre paternidade e fase de birras da filha: "Tenho medo de errar"

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Eliezer desabafou sobre paternidade em vídeo reflexivo compartilhado nas redes sociais  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes sociais
Natane Ramos

por Natane Ramos

Publicado em 19/01/2025, às 18h55



O influenciador Eliezer desabafou sobre as dificuldades da paternidade ao enfrentar as novas fases comportamentais de Lua, sua filha com a ex-BBB Viih Tube. 

Em um vídeo postado no Instagram, o famoso revelou que a menina começou a ter seus momentos de birra e refletiu como tem encarado essa fase. "Vocês tem/tiveram dificuldade de falar 'NÃO' para o filho de vocês? A Lua começou a fase das birras, e me sinto culpado quando não consigo falar 'não', e também quando falo. É uma coisa tão boba, mas sei que é necessário treinar ela pra ceder, se frustrar, esperar, negociar. Essa semana vi o caso do Kaká Diniz com o lance do celular do filho e achei maravilhoso, mas me perguntei se quando chegar a minha vez, se vou conseguir ser firme igual ele foi. Porque isso é o que quero e preciso", comentou.

"Dizer NÃO para os nossos filhos, é de extrema importância independente da fase que ele está mas, será que estamos realmente preparados pra isso? Lua começou a fase de birra e muitas vezes eu me pego cedendo para 'acabar' logo com aquele episódio de birra e depois me culpo", refletiu.

Eliezer falou sobre como se sente com esses novos desafios da paternidade. "Tem uma frase que diz assim 'quando mais a gente dá para nossos filhos, mais a gente tira deles' porque eles podem crescer crianças birrentas, chatas, que sempre querem tudo na hora e até depressivas e a verdade é que na minha opinião precisamos treinar nossos filhos para esperar, ceder, negociar e se frustrar, principalmente. Sendo muito honesto com vocês, tenho medo de errar. Concordam com o que eu disse no vídeo? Qual a opinião de vocês ou a vivencia de vocês com as birras das crianças?", acrescentou.

Ele também revelou preocupação sobre a criação dos filhos. "Desde o começo a gente soube que era importante a criança se frustrar. Temos que treinar para ceder, se frustrar, negociar. Sei que a condição da Lua e do Ravi é de privilégio. Eu também acho que o fato de eles nascerem tendo tudo traz uma tranquilidade, mas isso me preocupa muito porque eles podem crescer sem limites. Que acreditam que pelo fato de ter uma condição específica, que podem ter tudo", desabafou.

"Quando faz a birra ou a gente acolhe e ajuda ela a entender o que está sentindo, o que é muito difícil para uma criança, ou a gente age igual ela. Muitas vezes a gente, em uma tentativa de controlar a criança, de pedir para ela reprimir o que está sentindo na hora da birra, grita mais para fazer com que ela nos escute. Então como a gente quer criar um diálogo com uma criança se nem a gente consegue?", finalizou.

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