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A Fazenda 16: Suelen abre o jogo sobre polêmica de DNA com Vitão; assista

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Durante um bate-papo com alguns peões, Suelen recordou a polêmica sobre a paternidade da filha e contou o motivo de ter achado que Vitão era o pai.  |   Bnews - Divulgação Reprodução/PlayPlus - Instagram/@vitao
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 22/09/2024, às 17h00



Suelen Gervásio, uma das peoas de A Fazenda 16, abriu o coração durante uma conversa com os colegas de confinamento e relembrou a polêmica envolvendo a paternidade de sua filha, que antes se chamava Nina e agora se chama Anaya,
que completa 1 ano nesta segunda-feira (23). A modelo compartilhou detalhes sobre o momento confuso em que acreditou que o cantor Vitão poderia ser o pai da menina.

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“Não era questão de que eu sabia ou não sabia. Eu fiz o exame dia 4 de janeiro e mostrava que era uma bebê de duas semanas. Quando fiz o primeiro morfológico no final de janeiro, batia que era uma criança de um mês. Então, me baseei total em uma gravidez de dezembro”, disse.

E continuou: “[A médica continuou falando] ‘por esse tempo aqui, a sua bebê vai nascer dia 21 de setembro, que é quando bate 40 semanas’. A minha filha nasceu dia 23 de setembro. E o genitor da minha filha é o cara com quem eu fiquei em janeiro [Matuto], não o cara com quem eu fiquei em dezembro [Vitão]”, detalhou.

Suelen ainda desabafou sobre as críticas que recebeu nas redes sociais durante a gravidez. “No meu período gestacional, as pessoas na internet começaram a falar ‘essa menina tá cheia de doença’, porque eu fiquei com uma pessoa e um mês depois fiquei com outra”, pontuou.

Suelen ainda contou que se sentiu “largada” e “abandonada” por Vitão quando ele soube que havia um segundo possível pai da filha que ela estava esperando. “Eu poderia processar ele de várias e várias formas […] Eu só queria ser cuidada. E eu não fui", disse ela, antes de completar: “O momento da minha vida que fui mais maltratada foi durante a gestação mesmo. Eles só queriam mostrar que tinha uma mulher querendo dar o golpe do baú. Eu me senti em 1980”, comparou.

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