Entretenimento

Leitura labial viraliza e expõe conversas da família real britânica

Reprodução/Redes sociais
Um dos trechos mais comentados envolve o príncipe William, Príncipe de Gales e seu tio, Príncipe Andrew  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes sociais
Antonio Dilson Neto

por Antonio Dilson Neto

Publicado em 17/03/2026, às 13h39



A família real britânica e nomes de Hollywood passaram a redobrar os cuidados em aparições públicas após a popularização de vídeos que usam leitura labial para “traduzir” conversas sem áudio.

A prática ganhou força com o documentário Lip-Reading the Royals, que analisa interações entre membros da monarquia em eventos oficiais e levanta suspeitas sobre diálogos antes considerados privados.

📲 Mantenha-se informado! Siga o CANAL DO BNEWS NO WHATSAPP e receba as principais notícias diretamente no seu dispositivo. Clique e não perca nada!

Um dos trechos mais comentados envolve o príncipe William, Príncipe de Gales e seu tio, Príncipe Andrew. Segundo especialistas ouvidos na produção, Andrew teria perguntado ao sobrinho se poderia ser perdoado, mas não recebeu resposta.

@thesun We finally know what a desperate Andrew said to Prince William at the Duchess of Kent's funeral last year. #Royals #Andrew #PrinceWilliam ♬ original sound - The Sun

O episódio reacende a tensão dentro da família após os escândalos envolvendo o irmão do rei Charles III.

@fabulousmag Lip reader reveals what was said in heated exchange between Prince William and Harry during bust-up after Queen’s death #royals #princeharry #princewilliam ♬ Air strike - Gati Barreto

O documentário também aponta outros momentos delicados, como um suposto palavrão dito por Charles III ao entrar em uma carruagem e comentários atribuídos à princesa Anne, Princesa Real sobre a duquesa de Sussex, Meghan Markle.

A tendência não se limita à realeza. No TikTok, vídeos com milhões de visualizações prometem decifrar conversas de celebridades em eventos sem microfone.

Entre os nomes mais citados estão Selena Gomez, Kylie Jenner e Olivia Rodrigo.

Nos bastidores, o incômodo é evidente. Fontes ligadas ao palácio avaliam que a leitura labial pode distorcer falas e expor conversas fora de contexto.

Segundo o executivo de mídia Andy May, a orientação antiga era evitar falar perto de microfones. Agora, a lógica é outra. “Hoje, a regra é assumir que tudo está sendo gravado. Todo celular é uma potencial transmissão”, afirmou.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp Google News Bnews


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)