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A atriz Silvia Pinal, uma das maiores referências da Época de Ouro do cinema mexicano, morreu nesta quinta-feira (28), aos 93 anos, na Cidade do México. A artista estava internada desde o dia 22 de novembro devido a uma infecção urinária. Sua morte foi confirmada pela Associação Nacional de Intérpretes, que lamentou a perda:
"Lamentamos profundamente a morte da primeira atriz Silvia Pinal. Ela trabalhou com grandes diretores como Luis Buñuel e foi uma pioneira no teatro."
La Asociación Nacional de Intérpretes comunica el sensible fallecimiento de nuestra socia intérprete, la primera actriz, Silvia Pinal. pic.twitter.com/scuA5Cfjwv
— Asociación Nacional de Intérpretes (@ANDIMexico) November 29, 2024
Legado artístico
Silvia Pinal deixa um marco na arte mexicana, com atuações que a tornaram conhecida mundialmente. Trabalhou em filmes emblemáticos, como “Viridiana” (1961), “O anjo exterminador” (1962) e “Simão do deserto” (1965), dirigidos pelo renomado Luis Buñuel.
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No Brasil, Pinal ficou conhecida por sua participação em novelas que marcaram gerações, como “Carinha de Anjo” (2000) e “A Dona” (2010). Seu último trabalho foi na série “Juntos el corazón nunca se equivoca”, em 2019.
Além da televisão e do cinema, sua trajetória inclui importantes contribuições ao teatro, onde iniciou sua carreira em 1949.
Carreira política e vida pessoal
Silvia também teve uma presença marcante na política mexicana. Foi primeira-dama do estado de Tlaxcala durante o mandato de seu então marido, Tulio Hernández (1981–1987). Posteriormente, atuou como deputada federal (1991–1994) e senadora (1998–2001).
A atriz teve três filhos: Sylvia Pasquel, fruto de seu casamento com o diretor Rafael Banquells; além de Viridiana Alatriste, que morreu precocemente em 1982, e Alejandra Guzmán, cantora, e Luis Enrique Guzmán, ambos de sua união com o cantor Enrique Guzmán.
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