Entretenimento

Novo "depoimento" pode gerar reviravolta no caso de Paula Lavigne e ex-funcionária; entenda

Reprodução/ GNT/ Globo
Josefa Gouveia de Lima, funcionária de Paula Lavigne, testemunhou no processo movido por Edna Santos, ex-governanta  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ GNT/ Globo
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 03/06/2024, às 11h50



Josefa Gouveia de Lima, funcionária de longa data de Paula Lavigne e Caetano Veloso, prestou depoimento no processo movido por Edna Santos, ex-governanta do casal. Josefa afirmou que conheceu Edna na igreja e a apresentou aos seus patrões, destacando a confiança que Paula depositava na governanta, que tinha livre acesso aos quartos e pertences da empresária. As informações são do portal Metropoles.

Inscreva-se no canal do BNews no WhatsApp.

No depoimento, Josefa garante que Paula sempre tratou Edna com muito carinho, incluindo empréstimos de dinheiro, fornecimento de plano de saúde e pagamento de um tratamento dentário de aproximadamente R$ 60 mil.

Edna Santos, que trabalhava com o casal desde 2002, foi demitida por justa causa no dia 6 de maio, sob acusação de furtar garrafas de bebidas alcoólicas, se hospedar clandestinamente em uma casa na Bahia, usar um veículo da empresa para fins particulares e furtar dólares dos ex-patrões. Em resposta, Edna entrou com duas ações trabalhistas na Justiça do Rio de Janeiro, pedindo uma indenização de cerca de R$ 2,6 milhões, alegando adicional noturno, acúmulo de função, horas extras e assédio moral.

A defesa de Edna afirma que três dias antes da demissão, Paula confiscou seu telefone, que continha documentos que poderiam comprovar suas alegações sobre jornada de trabalho excessiva, sobreaviso, acúmulo de funções e assédio moral.

No segundo processo, Edna relatou que residia em um apartamento do casal em Ipanema sem custos, junto com seus dois filhos. Após a demissão, recebeu uma mensagem pedindo para desocupar o apartamento imediatamente. Posteriormente, foi dado um prazo de trinta dias, mas Paula solicitou a entrada de uma arquiteta para análise do imóvel no dia 8 de maio. A juíza da 28ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, Lívia dos Santos Vardiero Crespo, concedeu liminar impedindo a entrada da arquiteta e estipulou uma multa de R$ 1 mil por dia por descumprimento.

A defesa de Edna emitiu uma nota afirmando que ela é uma "vítima de Paula" e que foi submetida a um padrão sistemático de abusos psicológicos e morais, alegações que ainda serão levadas ao conhecimento do Judiciário Trabalhista.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp Google News Bnews


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)