Entretenimento
por Natane Ramos
Publicado em 29/10/2026, às 19h44
A disputa de Richarlison pela Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, chamou a atenção dos internautas nos últimos dias, principalmente após o jogador de futebol publicar um vídeo nas redes sociais em que critica o senador Flávio Bolsonaro. O caso envolve uma propriedade de luxo na região, na qual o atacante afirma ter investido cerca de R$ 10 milhões e que, de acordo com ele, teria sido tomada de forma irregular.
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O caso ganhou um novo capítulo na Justiça, após o jogador de futebol obter uma vitória judicial no Distrito Federal após a empresa WT Administração de Imóveis e Bens S/A e o advogado Willer Tomaz pedirem à Justiça que o obrigasse a apagar publicações e a se calar sobre a disputa.
De acordo com informações do Estado de Minas, o juiz Giordano Resende Costa, da 4ª Vara Cível de Brasília, negou o pedido de tutela de urgência, declarando que não havia publicação ativas a serem removidas e que futuras manifestações do atleta não seriam proibidas, pois configura censura prévia, vedada pela Constituição Federal.
A ação movida contra Richarlison ocorreu após o jogador afirmar que a ilha foi "tomada" dele. Os autores do processo queriam que o atleta removesse os conteúdos relacionados ao imóvel. Além disso, a ação também incluía um pedido de indenização por danos morais de R$ 200 mil, e uma retratação pública do jogador.
Os pedidos ainda serão analisados no decorrer do processo pelo juiz responsável pelo caso, que determinará as próximas medidas a serem tomadas.
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