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De férias na Bahia, o ator Ricardo Petraglia completou 75 anos e comemorou a data de forma inusitada: com um bolo temático de maconha. Conhecido por manter uma plantação em seu sítio, localizado em Xerém, no Rio de Janeiro, o artista aproveitou o aniversário para reforçar sua defesa pelo uso do termo popular em vez de “cannabis medicinal”.
Em vídeo publicado na quarta-feira (8), Petraglia explicou seu ponto de vista:
“O nome da planta é maconha. Nós não estamos em Roma antiga onde se falava latim e nem em uma convenção de cientistas onde se chamam as plantas pelo nome científico. Estamos no Brasil, no Instagram e temos obrigação de informar as pessoas corretamente, para que entendam do que se trata. Tentar dissociar maconha de cannabis medicinal é perpetuar o apartheid da maconha!”, disse o ator.
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A publicação desencadeou diversas reações nas redes sociais. Entre comentários bem-humorados e mensagens de parabéns, também houve quem expressasse dúvidas sobre a legalidade e a segurança do cultivo.
Petraglia, que está no ar na Globo na reprise de A Viagem, em que vive Diogo, ficou famoso por contracenar em novelas dos anos 90/2000, como por exemplo, o Xavier em História de Amor, explicou que mantém nove plantas em seu quintal, todas com autorização judicial. O ator recebeu o direito de cultivar após uma cirurgia no quadril, quando apenas o canabidiol conseguiu aliviar suas dores.
“Pelo habeas corpus, de tempos em tempos a polícia vem aqui, sem avisar, para conferir se está tudo nos conformes. São profissionais educados, atentos a tudo”, contou.
Com bom humor, o artista relatou que costuma aproveitar as visitas para conversar sobre o tema:
“Os policiais entram, veem tudo e acabo ensinando um pouco sobre a planta. Tento amolecer o coração deles sobre a planta e os jardineiros”, brincou.
Após divulgar o vídeo, Petraglia contou que aumentou o número de pessoas que o procuram pedindo um cigarro de maconha. Ele, no entanto, reforçou que o cultivo é autorizado apenas para uso pessoal:
“Muita gente me pede ‘back’ (maconha), mas, infelizmente, por mais que eu tenha vontade, eu não posso dar, porque se eu desse para alguém, eu poderia perder minha licença de plantar para consumo próprio.”
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