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A disputa judicial entre Virginia Fonseca e o youtuber Paullo R. ganhou novos desdobramentos. Após ser acusada de vender um produto cosmético que teria deixado uma mulher cega, a influenciadora moveu um processo contra o criador de conteúdo, alegando calúnia e difamação. A Justiça ainda não concedeu a liminar que ela solicitou para remoção dos vídeos, mas determinou que o Google forneça os dados cadastrais do responsável pelo canal.
O caso gira em torno de vídeos publicados por Paullo R., nos quais ele repercute a história de Lidiane Herculano, de Nova Iguaçu (RJ), que afirma ter tido as córneas queimadas após usar o We Drop, fortalecedor de cílios desenvolvido pela marca We Pink, da qual Virginia é sócia.
No processo, a influenciadora argumenta que a consumidora nunca apresentou laudos médicos que comprovem a acusação, tampouco entregou o produto para perícia. Ela alega que Paullo promoveu um “linchamento virtual” sem embasamento, visando apenas o engajamento.
Apesar de ainda não conceder a retirada dos vídeos, o juiz responsável pelo caso solicitou que o Google, responsável pelo YouTube, revele a identidade do dono do canal de Paullo R., o que pode abrir um novo capítulo na disputa judicial. Virginia e sua empresa também pediram que o criador seja proibido de fazer novas publicações envolvendo seu nome ou marca.
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