Esporte
por Leonardo Oliveira
Publicado em 02/11/2026, às 05h40
O Bahia tem uma verdadeira pedra no sapato para tirar nessa reta final de Brasileirão. Na briga acirrada por uma vaga na Libertadores, o Esquadrão terá pela frente um embate direto contra o Cruzeiro, precisando superar um fantasma que assombra a equipe de Rogério Ceni ao longo de toda a competição. Trata-se do péssimo desempenho contra os times da parte de cima da tabela.
O Tricolor chega para este último confronto direto com amargos 18,5% de aproveitamento em jogos contra o atual G-5 (grupo formado por Flamengo, Palmeiras, Cruzeiro, Athletico-PR e Fluminense). Dos 27 pontos disputados contra esses adversários, o Bahia conquistou apenas cinco, escancarando a dificuldade em somar pontos nos duelos de maior exigência técnica do torneio.
O retrospecto aponta que, em nove partidas contra o pelotão de frente, o Esquadrão conseguiu comemorar apenas um triunfo, quando venceu por 3 a 0 sobre o Athletico-PR, na Arena Fonte Nova, ainda no primeiro turno. No returno, o cenário foi de ladeira abaixo, com três derrotas e um empate em quatro jogos.
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Bahia 0x3 Flamengo - 31ª rodada
Palmeiras 1×0 Bahia - 29ª rodada
Athletico 2×1 Bahia - 28ª rodada
Fluminense 0x0 Bahia - 21ª rodada
Bahia 1×2 Cruzeiro - 15ª rodada
Flamengo 2×0 Bahia - 12ª rodada
Bahia 0x1 Palmeiras - 10ª rodada
Bahia 3×0 Athletico - 9ª rodada (único triunfo)
Bahia 1×1 Fluminense - 2ª rodada
Carregando o peso desse retrospecto negativo, o Bahia visita o Cruzeiro nesta quinta-feira (5) para um jogo fundamental na luta pelo G-4. Uma derrota no Mineirão fará a Raposa abrir uma vantagem praticamente irrecuperável na consolidação do terceiro lugar, além de dar brecha para a aproximação de outros concorrentes. Por outro lado, um triunfo fora de casa recoloca o Tricolor de vez na briga pelas posições mais altas e pela sonhada vaga na Libertadores.
Classificação Indicativa: Livre
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